
Por baixo das saias
das rodas, dos panos
Tem sempre uma tara
Tem sempre um engano
Tem sempre uma vara
Chamando e clamando
Uma pica invisível
Nos acompanhando...
Imagem divina
e transcendental:
Boceta molhada
em cima de um pau
Que venham os papas,
os anjos celestes
Tiramo-lhes as saias,
despimo-lhes as vestes
Ensinamos a eles
o ABC do Diabo
sentamos em cima
Comemo-lhes o rabo
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